quinta-feira, 25 de novembro de 2010

“Quem quer que seja que seja”

Admito, enfim, que não sei arranjar pensamentos de forma coerente ou interessante. Para confirmar, basta ler este blog ou minha monografia ou... (viu só?).
Eu sou a versão mais magra e menos bruta de Dilma Houssef! A única diferença é que isso me mata de vergonha, interrompendo qualquer iniciativa de seguir tentando e melhorar com a prática (acrescente aqui indisciplinado e preguiçoso); ela não se sentiu impedida de continuar falando, sem progressos perceptíveis, e se tornar presidente.
Não fosse esse pequeno detalhe, não trabalharíamos com a versão das coisas, mas com a matriz escancarada delas. Inclusive, sendo este cenário possível, Dilma emagreceria e deixaria de amarrar o pau.

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