

Um dos filmes mais graciosos que já vi (é, não agüentei esperar. facilmente, veria de novo, se me convidassem). Me pregou um sorriso no rosto - um meio abobalhado, do começo ao fim - o qual me deixou perdoar até o desinfeliz que tinha um ruidoso comentário para cada cena, mas perdeu a palavra quando a filha lhe perguntou o que era ravióli, durante a seqüência do jantar para M. Moucheboume (tá vendo aí, seu puto, na hora de ser útil você... anyway, está perdoado).
A piada com o presidente? Alguém deve ter associado igual em outro lugar, mas, de novo, não consegui resistir. Não pretendo discorrer tão cedo sobre o governo ou a vida pessoal de Sarko; foi só pra mostrar que ele tem preocupações imaginárias.
Chouette? Palavra mais do que incorporada ao meu repertório. Usá-la-ei à exaustão.
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