sábado, 30 de janeiro de 2010

porque não tenho o que fazer

cá estou caçando argumentos para convencer às mentes tacanhas de um plano de saúde qualquer de que, uma vez graduado em psicologia, posso atender quem aparecer à minha porta: crianças, adultos; neuróticos, psicóticos, com um pouco de sorte, perversos; inclusive, mentes tacanhas de planos de saúde. nota: só querem autorizar atendimentos para adultos, muito embora tenha esclarecido meu interesse por não restringir minha clientela.
tão desnecessariamente embaraçoso quanto Ryan Seacrest dizer à Marillon Cotillard, in a goofy way, que ela sabe pronunciar Christian Dior melhor do que os americanos. Posso ter entendido errado, mas pareceu a mais mal-executada tentativa de encerrar uma entrevista com uma piadinha improvisada dos últimos tempos. Aconteceu na cobertura do tapete vermelho do globo de ouro deste ano.
são os tempos de hoje: um arremedo de entertainer, um arremedo de plano de saúde...

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