Boa parte de assistir ao Oscar consiste em comer como se não houvesse dia seguinte. Claro que há toda uma preparação com tabelinha de indicados para apostas, seguida de afobamento durante a passagem pelo tapete vermelho – momento em que alguns de nós gostam de apontar freneticamente pros atores e diretores, ao mesmo tempo em que informam as categorias e alertam sobre o perigo de certos penteados e laços gigantes.
É meio ridículo, porque as seis horas de transmissão do evento não reservam muitas surpresas e, geralmente, nos empurram uma série de números intermináveis de música e dança... da Beyoncé, preferencialmente [Marion foi uma grata exceção: acho realmente que, à ocasião, não havia páreo pra sua atuação em Piaf. Pontos pra Academia, pois!]. Ainda assim, gosto do Oscar. Mesmo com a parcialidade nas escolhas, o cinema ganha destaque, vira tema nas rodinhas dos dias seguintes; as pessoas procuram assistir a quem ganhou e a quem não ganhou também etc, etc.
Ok, a gente canta junto com a Beyoncé!
Mas, voltando, o importante é a experiência gastronômica e a farrinha com os amigos (oniricamente, em algumas modalidades, e virtualmente, mais recentemente). Calhando de acontecer no domingo de carnaval, então, a pândega ainda pode ganhar um tom mais rosado... rosado-espumante brut rosé.
Sim, as propagandas da Volkswagen, exibidas incansavelmente intervalo após intervalo, podem ganhar um novo frescor através das lentes de um rosé. Isso também vale pras piadinhas prontas e pra falta de desenvoltura dos apresentadores no manejo com o teleprompter. Passarei a recomendá-lo para as próximas exibições de Oscar... e vai tão bem com sorvete...
da próxima vez me avise antes que eu compro por aqui... :)
ResponderExcluirE o Oscar vai para a diversão!!!
ResponderExcluirBjussss