quarta-feira, 15 de junho de 2011
Din, Dong, a garota da Avon!
Tim: Sabe, Avon, tô precisando do apoio de uma marca de cosméticos, que cuide desde a unha do pé até o cabelo, com forte apelo popular, para rodar meu novo projeto.
Avon: Rum...
Tim: Tipo, o filme mostrará a vida de um rapaz estranho, criado por um cientista maluco, que, ainda não sei muito bem o porquê, achou uma excelente idéia colocar-lhe tesouras pontudas e afiadas no lugar das mãos. Acontece que ele morre, o cientista, não o estranho, exatamente no dia em que decide trocar as lâminas por mãos convencionais. O rapaz vive por séculos sozinho – ainda não descobri de que jeito, com aquelas tesouras – e, como é habitual nessas situações, acaba se ferindo por diversas vezes, com mais freqüência, no rosto. Daí, a necessidade elementar de empregar os recursos da Avon para tornar-lhe a existência mais digna.
Avon: ... Ok, você precisa de quantos potes?
Sendo La Roche-Posay, hoje já seria um dependente químico, porque cura MESMO a maior parte das agonias. Garanto e recomendo.
terça-feira, 7 de junho de 2011
tough
sexta-feira, 3 de junho de 2011
obrigação de escrever qualquer coisa
porque agora é uma questão de sobrevivência. falo assim pra ver se me convenço.
meu orientador dizia que devia continuar escrevendo mesmo que não soubesse ou tivesse o que escrever. "escreva sobre o que você faz desde quando abre os olhos pela manhã. escreva até sobre como você está de saco cheio por não conseguir escrever. mas, escreva, pois, querendo chegar a algum lugar através da escrita, terminar sua monografia, por exemplo, mais da metade do caminho é atravessada pela rotina".
como um neurótico experiente, desconsiderei a informação, afinal, não teria mais do que me queixar quando os resultados de começar a escrever aparecessem. e qual é a graça mesmo de produzir uma monografia de forma tranqüila, com um texto relevante e dentro do cronograma? além do mais, contar que acordava e ia direto assistir à reprise eterna de "... old christine", só iria me ajudar a cortar os pulsos ao me lembrar da chatice que era minha agenda diária. sim, ainda é. não posso culpar christine por isso. na verdade, posso, mas não quero (é, continue achando que você tem algum controle).
então, com um ano de atraso, vou tentando colocar a dica do orientador em prática.
domingo, 15 de maio de 2011
"menas" paciência, minha gente!
sei mais não, alguém me dá asilo político? agradecerei.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
É vai...
Tenho que admitir que não me chamou atenção saber da possibilidade de tubarões rondando a baía, porque não deve ser novidade tubarão no mar ou tubarão que busque paragens mais rasas ou cardumes mais fartos e fáceis em outras bandas; um tubarão migrante com tanta opção de água salgada para localizar-se é algo mais antigo e atualizável do que o mostruário da seção de escritório na tok&stok.
Tem mais efeitos, isso sim, a eloqüência baiana na narração do episódio. Também não é algo de invenção recente. É até simpático, às vezes. Melhor do que muitos outros sotaques e maneirismos, não tenho dúvidas. Uso vários recursos da linguagem, confesso. O incômodo vem de perceber é que talvez nós sejamos caricatura de ó pai ó e não o contrário.
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
“Quem quer que seja que seja”
Eu sou a versão mais magra e menos bruta de Dilma Houssef! A única diferença é que isso me mata de vergonha, interrompendo qualquer iniciativa de seguir tentando e melhorar com a prática (acrescente aqui indisciplinado e preguiçoso); ela não se sentiu impedida de continuar falando, sem progressos perceptíveis, e se tornar presidente.
Não fosse esse pequeno detalhe, não trabalharíamos com a versão das coisas, mas com a matriz escancarada delas. Inclusive, sendo este cenário possível, Dilma emagreceria e deixaria de amarrar o pau.